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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
Fazer o coração com a mão
Fazer o coração com a mão.
É uma forma de carinho? Um gesto sem segundas Intenções? Ou uma forma de ganhar votos apelando par uma simpatia?
No nosso caso, como estamos acostumados aos exageros e apelos dos políticos, fica fácil cair nesse tipo encenação, além disso, nos reportamos à reprodução assistencialista.
Nosso povo é carente e ingênuo, falta criticidade, ou seja, conhecimento e capacidade crítica.
Uma das marcas de sua campanha foi esse gesto. Recordei do populismo, fenômeno, segundo Aranha (2006), presente desde o Estado Novo, manipulava e controlava as massas. Essa manipulação se dava com a utilização de artifícios como o assistencialismo e o clientelismo, nos quais impera a demagogia exacerbada de seus governantes. Penso que a Dilma não precisava desse tipo de artifício... Espero que não estejamos diante de um retrocesso.
É uma forma de carinho? Um gesto sem segundas Intenções? Ou uma forma de ganhar votos apelando par uma simpatia?
No nosso caso, como estamos acostumados aos exageros e apelos dos políticos, fica fácil cair nesse tipo encenação, além disso, nos reportamos à reprodução assistencialista.
Nosso povo é carente e ingênuo, falta criticidade, ou seja, conhecimento e capacidade crítica.
Uma das marcas de sua campanha foi esse gesto. Recordei do populismo, fenômeno, segundo Aranha (2006), presente desde o Estado Novo, manipulava e controlava as massas. Essa manipulação se dava com a utilização de artifícios como o assistencialismo e o clientelismo, nos quais impera a demagogia exacerbada de seus governantes. Penso que a Dilma não precisava desse tipo de artifício... Espero que não estejamos diante de um retrocesso.
Na verdade, está na hora de crescermos. Uma coisa é clara, uma amiga outro dia me disse, não dá para colocarmos toda a responsabilidade nas mãos de um governante, ou seja, cada um precisa fazer sua parte.
Embora existam ainda situações das quais não podemos fugir: Cotas na Universidades para os negros; Bolsa Família; são ações que geram polêmica, mas estamos diante de uma questão moral, não podemos dar as costas, é preciso ajudar e reparar o passado. Porém, os mais estruturados precisam mudar, cair na real de que dinheiro se ganha com trabalho honesto, que o meu direito termina onde começa o do meu próximo, e acima de tudo, acabar de vez com a "lei de Gerson". Só assim nosso país pode crescer.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. 3 ª ed. - Rev. e ampl. - São Paulo: Moderna, 2006.
Quem disse que os ingleses são evoluidos? Deu no jornal: O Globo
Exclusividade de países asiáticos? Nada! Uma organização no Reino Unido oferece “carne orgânica” de cachorros das raças labrador, greyhound, dachshund, beagle, chihuahua, collie, afghan… Hambúrgueres, salsichas, bifes e pedaços de carne estão sendo vendidos em trailers pelo país.
Os defensores da campanha da Animal Aid dizem querer entender por que certos animais não gozam da compaixão humana e acabam na panela – como boi, porco e galinha – e outros viram membros da família – como cachorro e gato.
Eu ainda acrescento, é o fim esse tipo de prática. Se comer carne como já se come, não é legal para ninguém, ou seja, todos perdem: o planeta, as pessoas, e principalmente os animais. Assim, fica pior ainda...
Já não basta o que existe... Ainda procuram outras alternativas.
Espero que essa moda não pegue por aqui... Quer dizer, infelizmente já pegou, embora na surdina. Aqui onde moro (São Paulo - região do Itaim Bibi) não dá mais para passear pelas ruas durante a noite com os nossos peludos... Sabem porque? Motoqueiros, em dupla, estão roubando nossos cachorros! Acredito que o fim dos bichinhos seja nas panelas dos restaurantes coreanos! É o fim...
terça-feira, 2 de novembro de 2010
NÃO TER ONDE MORAR
Olimpíada de Língua Portuguesa - Escrevendo o Futuro
A Professora Patrícia Alves de Amorim Percinoto e seu aluno Fábio Henrique Silva Anjos, da EMEF Frei Antônio de Santana Galvão, são semifinalistas na Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, Categoria Poema. Ambos participarão da Oficina Regional que acontecerá na cidade de Fortaleza nos dias 08, 09 e 10 de novembro de 2010 e reunirá todos os 125 professores e 125 alunos semifinalistas da categoria Poema. Na oficina, os alunos semifinalistas reescreverão seus textos com o apoio de seus professores. Os textos originais e os aprimorados serão avaliados por Comissões Julgadoras Regionais, que escolherão os finalistas do programa. A etapa final será realizada em Brasília, onde serão escolhidos 5 poemas.
A Olimpíada é uma iniciativa do Ministério da Educação e Cultura (MEC) e da Fundação Itaú Social (FIS), com a coordenação técnica do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). Na edição 2010, inscreveram-se 141.854 professores, de 60.123 escolas públicas, localizadas em 5.498 municípios do Brasil, com participação aproximada de 7 milhões de alunos do 5º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio.
No poema, o aluno Fábio retrata a desapropriação da Favela da Torre, localizada no bairro do Jaçanã, em São Paulo.
Vejam que lindo:
NÃO TER ONDE MORAR
Eu moro em São Paulo.
Bairro do Jaçanã,
Terra de Adoniran.
Confusão na viela.
Nunca vi uma coisa daquela.
Em questão de instantes acabou a favela.
Muitos barracos no chão.
É hora da desapropriação.
E a população ?
Ficou sem eira, nem beira, nem chão,
Houve até manifestação.
Sem ter onde morar.
Fiquei sem lar.
A favela era o meu lugar!
Agora só resta a mudança.
Acreditar na esperança.
Ainda sou uma criança.
E espero a bonança.
Quero um mundo melhor.
E sair dessa pior.
Fábio Henrique Silva Anjos
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Lei Federal 9.605/98
Art. 32 - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.
A pena será de 3 meses a 1 ano de prisão e multa, aumentada de 1/6 a 1/3 se ocorrer a morte do animal.
O que são maus-tratos
Abandonar, espancar e envenenar;
Não dar água e comida diariamente;
Manter preso em corrente, em local sujo ou pequeno demais para que o animal possa andar ou correr;
Deixar sem ventilação ou luz solar;
Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
Obrigar a trabalho excessivo ou superior à sua força;
Promover violências como rinhas, farra-do-boi etc.
Como denunciar
Consiga a maior quantidade de informações possíveis para identificar o agressor: nome completo, profissão, endereço residencial ou do trabalho. Sem saber quem ele é nada se pode fazer. Em caso de atropelamento ou abandono, anote a placa do carro para identificação no Detran.
Chame a polícia militar (disque 190): cabe a eles ir ao local do crime e registrar a ocorrência, responsáveis que são pelo policiamento ostensivo.
Ou registre o fato na Delegacia de Polícia mais próxima, levando o máximo de informações. Será feito o Boletim de Ocorrência (B.O.) ou um Termo Circunstanciado (T.C.). Peça uma cópia.
Acompanhe o processo: guarde a cópia do B.O. ou T.C. com você. A autoridade policial enviará uma cópia destes documentos para o Juizado Especial Criminal para que o acusado seja processado. Se você não puder acompanhar o andamento do processo, peça ajuda a uma instituição de defesa animal, fornecendo-lhes cópia do B.O. ou do T.C. Algumas entidades possuem advogados para garantir que o acusado seja processado e, se for o caso, punido.
Outra opção é você procurar a Promotoria de Justiça da sua cidade e protocolar uma representação, que nada mais é do que um relato formal dos fatos ao Promotor Público de Justiça que, ao tomar conhecimento dos fatos, poderá requisitar diretamente a investigação policial.
DENUNCIE!!!
A pena será de 3 meses a 1 ano de prisão e multa, aumentada de 1/6 a 1/3 se ocorrer a morte do animal.
O que são maus-tratos
Abandonar, espancar e envenenar;
Não dar água e comida diariamente;
Manter preso em corrente, em local sujo ou pequeno demais para que o animal possa andar ou correr;
Deixar sem ventilação ou luz solar;
Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
Obrigar a trabalho excessivo ou superior à sua força;
Promover violências como rinhas, farra-do-boi etc.
Como denunciar
Consiga a maior quantidade de informações possíveis para identificar o agressor: nome completo, profissão, endereço residencial ou do trabalho. Sem saber quem ele é nada se pode fazer. Em caso de atropelamento ou abandono, anote a placa do carro para identificação no Detran.
Chame a polícia militar (disque 190): cabe a eles ir ao local do crime e registrar a ocorrência, responsáveis que são pelo policiamento ostensivo.
Ou registre o fato na Delegacia de Polícia mais próxima, levando o máximo de informações. Será feito o Boletim de Ocorrência (B.O.) ou um Termo Circunstanciado (T.C.). Peça uma cópia.
Acompanhe o processo: guarde a cópia do B.O. ou T.C. com você. A autoridade policial enviará uma cópia destes documentos para o Juizado Especial Criminal para que o acusado seja processado. Se você não puder acompanhar o andamento do processo, peça ajuda a uma instituição de defesa animal, fornecendo-lhes cópia do B.O. ou do T.C. Algumas entidades possuem advogados para garantir que o acusado seja processado e, se for o caso, punido.
Outra opção é você procurar a Promotoria de Justiça da sua cidade e protocolar uma representação, que nada mais é do que um relato formal dos fatos ao Promotor Público de Justiça que, ao tomar conhecimento dos fatos, poderá requisitar diretamente a investigação policial.
DENUNCIE!!!
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Década para uma educação para a sustentabilidade
http://www.oei.es/decada/
O Link acima direciona para um site espanhol muito interessante: Década para uma educação para a sustentabilidade. Acessem e vejam como a educação e a sustentabilidade se entrelaçam!
O Link acima direciona para um site espanhol muito interessante: Década para uma educação para a sustentabilidade. Acessem e vejam como a educação e a sustentabilidade se entrelaçam!
sábado, 24 de julho de 2010
Tempestade derrubou meio bilhão de árvores na Amazônia em 2005, diz estudo
Chuva e ventos fortes varreram a região central da floresta por dois dias.
Pesquisa que contabiliza a destruição é inédita.
Pesquisa que contabiliza a destruição é inédita.
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