sábado, 24 de dezembro de 2011

Comilança em nome de Cristo?


Lá vem a matança... Qual o preço de tanta festa? Se pararmos para ver o que acontece de fato,  veremos que nesses dias natalinos as pessoas se canibalizam, ficam cegas, sedentas e famintas... Para que tudo isso, se estamos diante da comemoração do nascimento de Cristo?
 Porcos, frangos, perus, carneiros... um exagero...

Além disso, tem a questão da fome no mundo, alguém dirá: lá vem o blá blá blá... Mas é fato, em quanto, muitos não tem o que comer, outros que em tempos normais já comem além da conta, nesses dias simplesmente extrapolam e vão muito, mas muito, além do que uma pessoa precisa comer, ou seja, vivem para comer e esquecem que precisamos comer para viver!


Portanto, se você acredita em Deus, em seu próximo, no amor, pense um pouco e não seja tão insensível!!! Por que tanta comida se na Santa Ceia somente o pão e o vinho foram servidos?

Quem me conhece sabe que nem religião eu tenho, porém não me falta fé na possibilidade de que algum dia o ser humano passe a ser humano...

Para quem sabe o significado do Natal lá vai:

FELIZ NATAL!


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

[Inclusao] Carta aberta pela MANUTENÇÃO do DECRETO 6571/2008 e da Política Nacional de Educação Inclusiva

Carta aberta pela MANUTENÇÃO do DECRETO 6571/2008 e da Política Nacional de Educação Inclusiva

Soubemos de fonte segura que três entidades se reuniram com a Ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman, com o objetivo de preparar um decreto para modificar as políticas públicas de INCLUSÃO do Governo Federal. Esta ação tem como objetivo o desmonte da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educaçà £o Inclusiva e a REVOGAÇÃO DO DECRETO 6571/2008, que dispõe sobre o Atendimento Educacional Especializado e que foi fruto da luta da sociedade civil organizada.

O DECRETO 6571/2008 beneficia centenas de milhares de alunos público alvo da educação especial e garante o acesso e a permanência para pessoas que estavam condenadas à invisibilidade social. Este decreto cumpre os preceitos Constitucionais e responde positivamente ao artigo 24 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (que versa sobre Educação).

Sim, Pessoas com deficiência são seres humanos que pertencem à sociedade e, como todas as outras pessoas, não podem crescer e viver segregadas em estabelecimentos específicos, institucionalizadas. O DECRETO 6571/2008 compreende a Pessoa com deficiência como sujeito de direitos e foi duramente conquistado pela sociedade civil organizada.

MUITO MAIS do que três entidades filantrópicas que caminham na contram ão da inclusão e dos direitos humanos, O MANIFESTO DE APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA, embasada na CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, é TAMBÉM UM MANIFESTO DE APOIO AO DECRETO 6571/2008, que faz computar a matrícula do aluno público alvo da educação especial em dobro no âmbito do FUNDEB. Neste sentido, em nome dos mais de 12.000 signatários do referido Manifesto (ver abaixo), afirmamos que não aceitaremos a sua revogação.

EDUCAÇÃO É DIREITO HUMANO INALIENÁVEL E DIREITOS HUMANOS SAO INEGOCIÁVEIS! DEFENDEMOS OS DIREITOS HUMANOS E OS PRINCÍPIOS DA DEMOCRACIA E DO ESTADO DE DIREITO, DEFENDEMOS A NOSSA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, DEFENDEMOS A VIDA E A CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.


- Signatários do MANIFESTO – Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – CUMPRA-SE! (ver as assinaturas abaixo)
- Equipe In clusão Já!
- Rede Inclusiva – Direitos Humanos Brasil


http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=INCLUSAO

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Arrogância, crueldade e prepotência são a sua marca...

“Os animais de cativeiro são criados para esse propósito. Acho que tudo neles tem de ser consumido, até o osso. Não concordo com o uso de peles de animais selvagens. Mas acho essa discussão simples demais. Então, se não podemos usar peles de animais de cativeiro, temos de discutir se podemos continuar comendo peixes e carnes, por exemplo”
A declaração acima foi feita pelo estilista Carlos Miele a um jornal catarinense.  O estilista em questão dirige a M.Officer, que depois da saia justa resolveu apelar para o bom senso e desfazer o mal estar com uma declaração pró-animais... Porém, em entrevista à Marília Grabriela o dito cujo começou a rir de sua declaração. Ou seja, arrogância, crueldade  e prepotência são a sua marca. De minha parte boicoto e divulgo sua falta de respeito! O mundo dá voltas...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

E por falar em touradas...






O infeliz acima se deu mal, sinto pena do touro que indefeso (sangrando depois de atacado) conseguiu acertar o olho do cruel toureiro. Creio que isso deveria acontecer sempre que o humano na sua suprema arrogância resolvesse praticar esse tipo de crueldade e "VIVA O TOURO"!




Porque o dever de dar igual consideração aos animais independe da avaliação de uma teoria moral específica

(Esclarecimentos ao sr. Hélio Schwartsman a propósito de sua coluna "Animais têm direitos?" publicada em 29/09/2011 no site Folha.com)

Luciano Carlos Cunha[1]
Animais não humanos são explorados pelos humanos das mais diversas maneiras. Apenas para a produção de carne, laticínios e ovos, bilhões deles são confinados, torturados e mortos anualmente.
Desde a década de 1970 vem acontecendo um amplo debate dentro da filosofia moral, sobre o estatuto moral dos animais.
Temos justificativa para usar os animais?
Deveríamos abolir tal uso ou apenas regulamentá-lo para que os animais sofram menos?
Se prontamente reconheceríamos como moralmente hediondo fazer o mesmo com seres humanos, o que diferencia os dois casos?
Adiante, explico o que significa exatamente o princípio da igual consideração e defendo que nenhum dos argumentos endereçados para se negar igual consideração aos animais realmente funciona. A conclusão é que, dentre outras coisas,
temos o dever de abolir a escravidão animal, e não, meramente regulamentá-la.

Leia mais em http://bit.ly/qptAY6

domingo, 21 de agosto de 2011

Consumo Insustentável - simplesmente lastimável

Fonte:Instituto Nina Rosa  
Não faltam estudos para deixar com os cabelos de pé (os que os têm) quem se preocupa com o futuro da espécie humana neste planeta. Num deles, "Marine Ecology Progress Series", da Universidade do Havaí, Camilo Mora afirma que, com o ritmo atual do consumo de recursos no mundo, chegaremos a 2050 com uma população acima de 9 bilhões de pessoas, que precisará, para abastecê-la, de 27 planetas como a Terra. Quem olhar uma publicação recente da revista National Geographic (maio de 2011) talvez encontre ali reforço para a tese, ao saber qual foi o número de animais mortos em um único ano (2009) para serem transformados em alimentos: 52 bilhões de frangos, 2,6 bilhões de patos, 1,3 bilhão de porcos, 1,1 bilhão de coelhos, 633 milhões de perus, 518 milhões de ovelhas, 398 milhões de cabras, 293 milhões de bois, 24 milhões de búfalos asiáticos e 1,7 milhão de camelos.


Para ler o artigo acesse: http://bit.ly/ootlxU